segunda-feira, 9 de maio de 2016

Jovem Aloucada - Joven y Aloucada

Data de lançamento: 31 de janeiro de 2014 (1h 32min)

Direção: Marialy Rivas

Elenco: Aline Küppenheim, María Gracia Omegna, Felipe Pinto, Alicia Rodriguez

Gênero: Drama


Nacionalidade: Chile

Título original:  Joven y Alocada



Sinopse:

Daniela (Alicia Rodríguez) é uma garota de 17 anos que foi criada em uma família evangélica, em Santiago, capital do Chile. Com uma rebeldia nata, ela não encontra uma válvula de escape, a não ser se envolver em diversas aventuras sexuais e depois partilhar tudo em um blog. Após uma noite de muitos excessos, Daniela sofre as consequências do que fez quando seus pais a castigam e entra em profundo autoquestionamento existencial.



Resenha:
Encontrei esse filme e achei interessante a sinopse, então resolvi assistir, filme chileno, gosto bastante de filmes alternativos.

O filme conta a história real de uma adolescente de família evangélica, que é obrigada a viver uma vida cheia de regras e controlada, sua mãe é a mais controladora dentro da família mesmo seu pai sendo alguém importante dentro da igreja, mais do que preocupada com os ensinamentos cristãos, está preocupada com que as pessoas do convívio evangélico podem pensar de sua família.

A personagem central é Daniela, que passa a ter suas aventuras sexuais relatadas em um blog, nesse universo paralelo que ela cria, conhece pessoas que a apoiam em suas descobertas, pessoas que também vivem o que ela descreve, pessoas que gostariam de viver essas aventuras,  seu blog começa a receber bastante visualizações e ficar conhecido.

Mas, voltando para sua vida dentro do núcleo familiar, Daniela tem uma tia que ela ama muito e vai morar em sua casa após descobrir que está com câncer, e sua mãe cuida dela, essa tia é menos radical quanto ao comportamento que sua sobrinha deve ter, às vezes ajudando a sobrinha a ter uma vida mais normal, como qualquer adolescente.

É mostrado no filme que Daniela tem uma irmã que foi banida da família e sua mãe não permite nem que elas se vejam, por aí percebemos como sua mãe é intolerante e dura com as situações que não são de acordo com os mandamentos de sua igreja.

Daniela chega a ser expulsa do colégio quando a diretora descobre por outros alunos que ela teve sexo com um aluno e a culpa por tenta-lo e a repreende por não ser mais virgem, porque não irá casar virgem e que esse é um comportamento inadequado, quando Daniela conta a sua mãe a situação, é mostrado que ela quer a filha viajando por um ano, para trabalhar como voluntária no equador, porém sua tia conversa e convence sua mãe de não fazer a filha viajar, é mostrado então que Daniela arruma um trabalho na igreja, e trabalha com a sobrinha do pastor.

No trabalho ela conhece Tomás, um jovem cristão e começam a namorar, seus pais ao inicio não gostam muito do namoro, até um episódio onde foram jantar juntos e ocorre um assalto, Tomás então tem a iniciativa de começar uma oração de mãos dadas com a família da namorada e então o assaltante resolve não levar nada deles, isso foi o suficiente para ser visto como herói, um rapaz exemplar e ideal para a filha deles. Daniela está cheia de desejos e quer a todo custo ter relações com seu namorado, mas o garoto muito religioso se nega e então ela tenta a todo custo até que ele aceita ter relações com ela.

Numa festa da sobrinha do pastor, ela descobre que a garota é lésbica e isso desperta o desejo uma na outra, e então as duas passam a ter um caso, ela se sente dividida já que acredita gostar dos dois da mesma maneira. Começa a se questionar por não poder ter dois relacionamentos, não sabendo o que escolher. E com todos esses conflitos, ela vai se conhecendo.

O final do filme mostra o que acontece com ela e suas relações, mas prefiro não falar sobre o fim, prefiro indicar o filme e deixar o suspense no ar, é um filme muito interessante, vale a pena ser visto.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

As Vantagens de Ser Invisível - The Perks of Being a Wallflower



Gênero: Comédia dramática , Romance

Ano de produção: 2012

Dirigido por: Stephen Chbosky

Elenco: Logan Lerman, Emma Watson, Ezra Miller, Paul Rudd, Nina Dobrev

Título original: The Perks of Being a Wallflower

Ano de lançamento: 2012




Sinopse: 

Na trama de As Vantagens de Ser Invisível, um garoto de 15 anos, Charlie (Logan Lerman), entra no colegial enquanto se recupera de uma depressão, que lhe rendeu tendências suicidas, e da perda de seu único amigo. No colégio, porém, começa sua jornada de socialização, de crescimento e recuperação com a inadvertida ajuda de dois veteranos, Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), que o recebem em seu mundinho à parte dos populares da escola.




Resenha:

Sempre que abria a netflix esse filme olhava para mim, eu cheguei a clicar algumas vezes e ler sobre ele, mas nunca parei pra assistir, não até ontem. Ao assistir Precisamos falar sobre o Kevin, eu me encantei pelo ator Ezra Miller, achei sua atuação excelente, e então notei que esse filme trazia ele em um dos personagens principais, então decidi que era hora de ver se essas cinco estrelas marcadas no site eram de fato merecidas.

Comecei assistindo sem muitas expectativas, mas o filme foi me tomando, comecei a mergulhar na história, várias vezes me vi no ensino médio, sentindo muitas coisas parecidas ao personagem Charlie, nessa fase compartilhamos de muitos sentimentos, insegurança, euforia, aceitação, e tantos outros. Mesmo sendo um filme que retrata uma fase específica, conseguimos nos identificar e gostar do filme.

Falando mais sobre a história, o Charlie aparece como um adolescente que acabou de entrar no ensino médio, solitário, vindo de uma forte depressão e isolamento social, após o suicídio de seu único amigo, sua família foi o único contato que teve no período de férias e eles foram os que ajudaram Charlie a superar essa perda. Mas no decorrer da trama vemos que esse não foi o único trauma por qual ele passou, ainda criança ele teve que lidar com a morte de uma tia que em suas lembranças era uma tia muito querida por ele. Percebemos também que ele mesmo tentou o suicídio e por isso a família se preocupa muito que ele tenha uma boa interação social. Além das perdas notamos como ele é um garoto sensível, estudioso, adora escrever e ler, seu professor de literatura passa a admirá-lo e incentiva suas leituras presenteando Charlie com livros ou indicando boas leituras e também incentivando que ele escreva.

Se sentindo um perdedor, isolado, ele conhece dois irmãos, Patrick e Sam, eles mudam a vida de Charlie, que passa a fazer parte do grupo de amigos deles, os deslocados como costumam dizer, não são os alunos populares do colégio, mas são interessantes, gostam de boas músicas, gostam de se reunir e festejar, gostam de coisas que adolescentes gostam. Mas mesmo com todas essas mudanças na vida dele conseguimos perceber que algo além do que é mostrado ocorreu na vida dele, e com o tempo vamos entendendo o que é.

O filme tem uma frase belíssima que me fez chorar ao ouvir, sou muito sensível, eu sei, mas a forma que é contando o filme realmente me tocou muito, a frase ficou na minha cabeça a noite toda, me fez pensar em tantas coisas. É um filme incrível, narrado de uma maneira muito sútil, mas com frases fortes, com um olhar atento, cuidadoso, roteiro inteligente, desses filmes que me trazem sensações no estomago, que realmente valem a pena serem vistos e revistos. Uma belíssima história, com fatos tristes, com fatos difíceis, assim como de fato a vida é.

"E nesse momento, eu juro, nós somos infinitos..." 


terça-feira, 5 de abril de 2016

Precisamos Falar Sobre o Kevin - We Need to Talk About Kevin

Título original: We Need to Talk About Kevin  

Ano de produção: 2011

Direção: Lynne Ramsay

Elenco: Tilda Swinton, Ezra Miller, Jasper Newell, John C. Reilly, Ashley Gerasimovich

Gênero: Drama

Sinopse:

Eva (Tilda Swinton) mora sozinha e teve sua casa e carro pintados de vermelho. Maltratada nas ruas, ela tenta recomeçar a vida com um novo emprego e vive temorosa, evitando as pessoas. O motivo desta situação vem de seu passado, da época em que era casada com Franklin (John C. Reilly), com quem teve dois filhos: Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller) e Celia (Ashley Gerasimovich). Seu relacionamento com o primogênito, Kevin, sempre foi complicado, desde quando ele era bebê. Com o tempo a situação foi se agravando mas, mesmo conhecendo o filho muito bem, Eva jamais imaginaria do que ele seria capaz de fazer.



 



Resenha:


Ontem foi dia de ver um filme que ouvi falar bastante sobre ele, demorei alguns anos para assisti-lo, mas o fiz, fiquei bem incomodada depois de ver todo o filme, uma sensação de angustia, desconforto, tristeza, de várias interrogações.


 Vivo uma fase bem diferente na minha vida, vivencio a maternidade, as dificuldades de ser mãe, as sensações únicas, medos, pensamentos de como será a vida do meu filho, quem será ele e principalmente a duvida de "estou fazendo isso certo?". Maternidade não é uma coisa simples, e ao ver esse filme me peguei imaginando "e se fosse comigo?" Não consegui responder de fato quais seriam minhas decisões, minhas reações, como iria lidar com o Kevin, não é algo simples, enxergar que seu filho não segue um padrão, não se parece ao comportamento esperado de uma criança. Não consegui responder muitas perguntas que me fiz.


Mas, falando sobre o filme em si, é uma adaptação do romance homônimo escrito pela norte-americana Lionel Shriver, na cena de abertura, vemos uma Eva feliz e logo corta para os dias atuais onde vemos uma Eva devastada, abatida, sem brilho, o filme vai sendo mostrado em flashbacks e aos poucos vamos entendendo o que acontece em sua vida, ao mostrar ela já casada e grávida, percebemos que não era um filho esperado e ao nascer ela se sente perdida sem saber o que de fato fazer da vida agora. Mas isso não imprime culpa a ela, muitos bebês não são panejados, muitas mães se sentem perdidas e muitas tem depressão pós parto. Isso não quer dizer que a culpa será apenas dela pelas coisas ruins que seu filho venha a fazer.


Já na primeira infância de Kevin percebemos o comportamento dele com a mãe, a diferença como ele se relaciona com o pai, já um pouco maior notamos os problemas entre mãe e filho aumentando, Kevin manipula os pais, com a mãe ele age impiedoso e duro, com o pai ele demonstra ser uma criança feliz e doce, seu pai constantemente ausente não percebe a natureza real de seu filho e sempre que Eva tenta falar sobre o comportamento de Kevin, ela é interrompida pelo esposo que sempre enxerga no filho virtudes. Não aceita nem sequer escutar o que a esposa diz.


As coisas pioram quando Eva engravida novamente, dessa vez de uma menina, uma menina totalmente diferente do Kevin, e ele passa a se retrair mais e planejar coisas contra a irmã, já adolescente, é mostrado uma cena onde some o bichinho de estimação da irmã Celia, e já sentimos que ele fez algo de ruim ao bichinho, depois disso só piora, ocorre um incidente com a menina, ela perde um dos olhos e a mãe tem certeza que Kevin foi o culpado, mas o pai outra vez se recusa a ouvir o que a mãe diz e acha um absurdo. Depois vemos o medo que Eva fica do filho, não deixa sua filha ficar sozinha com ele mais e vai nos dando uma angustia cada cena, o pai encorajando o filho, comprando arco e flecha e ajudando ele a se tornar bom nisso.


O que vemos no decorrer do filme é a tragédia anunciada, e o que fica pra mim sobre seus atos é que não temos como controlar a natureza de ninguém, nem mesmo de nossos filhos, a mãe por mais difícil que tenha sido a convivência, amava o filho e não sabia como agir até porque todas as vezes que tentou falar com o marido não foi bem interpretada, então muitas vezes não fez nada por medo de como seria vista.


É um filme forte, trágico, nos deixa uma sensação de angustia por dias, como cada um de nós lidaríamos com um Kevin? Será que teríamos culpa dele ser como é? Será que é a natureza dele e nada poderia mudar isso? Quanto de culpa seus pais tiveram? Perguntas que não serão respondidas, cada pessoa terá sua visão de por que as coisas aconteceram, mas o que vale realmente é esse filme ser assistido. Digerido, pensado.  

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

The Calling - 2014


 Vamos de suspense, ontem a noite eu vi esse filme, no começo pensei que seria terrível, mas me surpreendi, não que seja uma super história, mas em comparação aos filmes de suspense que vem sendo lançados ultimamente, esse filme eu diria que é mediano.

 Nesse filme vemos um tema que tem sido recorrente em filmes do gênero, catolicismo, práticas antigas da bíblia e coisas do tipo. 

Um serial killer que elege suas vítimas a partir de um ponto, as mortes não são aleatórias, e logo no início do filme ele já nos é apresentado. Mas os motivos dele matar só é conhecido ao decorrer da trama.

 Os atores, ou melhor, a atriz principal faz valer o filme, acredito que muito do filme não cair apenas no clichê se deva a ela. 

 Um bom filme para uma sexta a noite.


Direção: Jason Stone

Gênero: Suspense

Ano de lançamento: 2014

Atores: Susan Sarandon, Topher Grace, Gil Bellows, Ellen Burstyn

Sinopse: A detetive Hazel Micallef (Susan Sarandon) nunca teve muito com o que se preocupar na pacata cidade de Port Dundas, até que uma série de assassinatos começam a ocorrer nas redondezas, fazendo com que ela fique frente-a-frente com um assassino em série.




terça-feira, 29 de julho de 2014

Pétalas ao vento - Petals on the Wind



 Assisti a continuação do filme O jardim dos esquecidos, como eu disse antes, os filmes são baseados nos livros da escritora Virginia C. Andrews, foram cinco livros ao todo.

 Quando terminou o primeiro filme, eu fiquei com aquela sensação de precisava ver mais, de ver as crianças bem, de saber o que aconteceria depois, de vê-las superar tudo o que aconteceu. Esse filme trouxe essas questões, claro, não do jeito que imaginei que seria, mas surpreendente como imaginei.

 O primeiro filme nos choca mais que o segundo, não sei dizer se isso se dá pelo fato de já estarmos familiarizados com a história, se o que aconteceu no primeiro filme foi tão cruel que nada que aconteça depois nos deixe tão perplexo como antes.

 Mas,  o fato é que continuamos angustiados, pensando, por que depois de tudo que passaram eles continuem tão inocentes, achando que as pessoas ruins merecem uma nova chance, ou que simplesmente deixaram de ser o que eram.

 Claro, ao tentar me colocar no lugar deles, eu imagino que ao lidar com nossas mães sempre nos deixaria assim, mesmo sabendo que não é uma boa pessoa, sempre existiria essa duvida, e se ela mudou?

O fato é que a continuação nos traz os personagens alguns anos depois, vivendo suas vidas, tentando superar o que passou, mas os traumas foram grandes, e grandes segredos continuam atormentando aos personagens. 

A vontade de ler os livros só aumentou com o segundo filme.


Direção: Karen Moncrieff

Ano de lançamento: 2014

Nacionalidade: EUA

Gênero: Drama

Elenco: Heather Graham, Rose McIver, Bailey Buntain, Wyatt Nash, Dylan Bruce, Ellen Burstyn

Sinopse: Petals on the Wind segue a vida dos irmãos Dollanganger, agora jovens adultos, tentando livrar-se do legado de abuso de sua mãe. Seus esforços são marcados pela persistência de culpa e pela presença da tragédia. E Cathy acaba por inventar um esquema para vingar-se de sua mãe. A sequência se passa nos anos 70, ou seja, cerca de 10 anos depois dos eventos reproduzidos em Flowers in the Attic. Temos aí, uma diferença substancial em relação ao livro de V.C. Andrews, no qual a saga é baseada, já que no livro os eventos da sequência se passam imediatamente após os originais.



sábado, 26 de julho de 2014

O Jardim dos Esquecidos - Flowers in the Attic


 Procurando por filmes para assistir, encontrei esse, ou ele me encontrou, não sei ao certo, li rapidamente a sinopse e já me interessei, então decidi assisti-lo.

 O filme é um remake dos anos 80, o primeiro filme não foi uma super produção e como a trama retrata assuntos pesados, na época foram cortadas bastante coisas, já que o filme é baseado nos livros da escritora Cleo Virginia Andrews. O que fez o filme dos anos 80 passarem despercebidos.

 Mas voltando ao remake, o novo filme é simplesmente surpreendente, no começo você pensa, vai ser mais um filme de suspense, clichê, aquela velha história, mais do mesmo. Porém, a trama foi se desenrolando e me surpreendendo e me prendendo cada vez mais.

 Em certos momentos, eu sentia vontade de sacudir os irmãos maiores, e fazê-los agir de alguma forma, e o que mais me surpreendeu foi o final do filme, já que não busquei informações antes acerca da história, fui totalmente crua, e aconselho a todos que o assista, não busquem conhecimento prévio, apenas veja, assista e deixe o filme te surpreender também.

 A história é dessas que nos faz pensar depois, por que e por que? Por que tanta crueldade, egoísmo, e como alguém pode fazer crianças passarem por isso?

 Mas, chega de falar, quero que o filme seja um mistério para todos e que os toque, assim como me tocou. 



Direção: Deborah Chow

Ano de lançamento: 2014

Nacionalidade: EUA

Gênero: Suspense/Drama

Elenco: Mason Dye, Kiernan Shipka, Heather Graham, Ellen Burstyn

Sinope: Após a morte do pai, Chris, Cathy, e os irmãos gêmeos Carrie e Cory são levados pela mãe para o único lugar onde poderiam morar: a casa dos avós, a mansão Foxworth Hall. Enganadas achando que a nova vida seria cheia de luxos e sonhos realizados, as crianças não imaginavam que os avós as consideravam frutos do Demônio. Também não sabiam que seus pais eram parentes de sangue e que haviam cometido um pecado ao se casarem e terem filhos e que, segundo a avó, tais aberrações deveriam ser trancadas num pequeno quartinho na ala norte, tendo apenas um sótão onde brincar. Refilmagem de um clássico de terror de 1987.


terça-feira, 22 de julho de 2014

A Arma de Lizzie Borden - Lizzie Borden Took an Ax


 Acabei de ver esse filme, adoro a atriz Christina Ricci, principalmente no filme A lenda do Cavaleiro sem Cabeça, mas esse filme não me entusiasmou, achei a atuação da atriz fraca, e também o filme, baseado em uma história real de mil e oitocentos, a história é bastante interessante, mas o filme para mim não foi bem feito, não sei se por ser feito para a Tv, a atuação e fotografia deixam a desejar.

Mas, não significa que é um filme péssimo, só não é uma grande produção a que estamos acostumados, é interessante para conhecer a história de assassinato que mexeu com o imaginário da população norte americana na época, já que o caso ganhou destaque nacional, e para as pessoas que não conhecem a história, é bem legal ver o filme antes de buscar qualquer informação, assim o filme nos traz surpresas que só são reveladas ao final da história.

 Eu como uma admiradora de filmes desse gênero g, indico, mas não esperem por uma super produção.


Direção: Nick Gomez

Ano de lançamento: 2014

Atores: Christina Ricci, Jennifer Kydd, Clea DuVall, Billy Campbell

Gênero: Suspense

Sinopse: Depois de longos anos nos abandonando, Christina Ricci (a eterna Vandinha de *A família Addams*), reaparece num Filme super bem criticado feito direto pra TV, e para quem sabe, *filmes feitos para tv* não ficam pra trás de super Produções.
Desta Vez ela faz um papel de um mulher insana, no qual acredita-se (até hoje não há provas) que ela matou seu pai e e a madrasta a golpes de Machado.